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Você sabe porque existe a advertência “Contém Glúten” nas embalagens?

Tão comum no dia-a-dia, o glúten está presente na mesa, e é algo tão natural, que só lembramos dele quando lemos a adverrtência nas embalagens. Pães, bolos, biscoitos e quase todos os produtos indutrializados tem a participação dele.


O que é gluten

Gluten é uma proteina presente no trigo, aveia, cevada, centeio e malte e tem sido fonte de muita polêmica e discussão. Mas afinal de contas, o glúten deve fazer parte ou não da dieta?

Por determinação judicial, todos os alimentos contendo glúten precisam comunicar não apenas a presença da substância mas também informar sobre a doença celíaca (que causa atrofia das vilosidades da mucosa do intestino delgado, causando prejuízo na absorção dos nutrientes, vitaminas, sais minerais e água), uma intolerância a essa proteína.

Existem dois casos em que o glúten não deve ser ingerido: as pessoas consideradas celíacas, que possuem intolerância permanente ao glúten e não podem ingeri-lo de forma alguma. A doença não tem cura, mas retirando esta proteína da dieta das pessoas, elas conseguem levar a vida saudável e normal. A segunda é a hipersensibilidade, a pessoa sente alguns desconfortos, mas como essa alergia é mais leve, ela não será diagnosticada como celíaca.
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Identificando sintomas

Os sintomas imunológicos mais comuns manifestados nas pessoas hipersensíveis são :

  • Constipação intestinal
  • Rinite
  • Asma
  • Artrite
  • Prurido (coceiras)
  • Dermatite
  • Acne
  • Alterações de humor
  • Flatulência
  • Má digestão
  • Enxaqueca
  • Ansiedade
  • Depressão e Síndrome do Pânico

Como o consumo de alimentos  que contém glúten está presente em nossa cultura alimentar diária, não nos damos conta que os itens relacionados acima fazem parte dos  “sintomas”,  e a “causa”  é a ingestão em sí dessa proteína. Como não temos consciência do fato, a frequência em seu consumo contribui para o desenvolvimento de um quadro crônico.

A retirada do glúten pode atenuar ou até mesmo desaparecerem por completo.  Anotar o que se ingere para observar as alterações, pode ajudar seu nutricionista no diagnóstico para que o alimento alergênico seja restringido da dieta.


O glúten não é um nutriente essencial

É o caso da empresária Rosa Neves, 43 anos, que eliminou o glúten de sua dieta há quase três meses. Ela não é celíaca, mas sentia alguns desconfortos:

“Eu me sentia estufada ao ingerir pães e bolos. Me faziam ficar com a sensação de que a o alimento não estava sendo digerido, me causava azia e esofagite. Bastou eu substituir o pão por tapioca essa sensação acabou por completo. Me sinto muito mais leve. Nosso maior esforço é mudar nossos hábitos alimentares. Muitos deles implantados por nossa cultura”. Mas vale a pena rever o que ingerimos” diz ela.

Para as pessoas que apresentam problemas crônicos de constipação, flatulência, artirte, coceiras pelo corpo, enxaquecas, alterações de humor e ansidedade e que ingerem glúten com frenquência, a sugestão é restringir o consumo desses alimentos para observar se há melhora dos sintomas. Vale esclarecer que o glúten não é nutriente essencial para a saúde e sua retirada da dieta não causa prejuízos. Pelo contrário, ela ajuda na redução de peso.

Saiba mais sobre sobre a doença celíaca e as alternativas alimentares para essas pessoas:

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    http://celiacosbr.vilabol.uol.com.br/

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